{"id":124,"date":"2021-06-16T14:10:15","date_gmt":"2021-06-16T14:10:15","guid":{"rendered":"https:\/\/infoamendoim.com.br\/website\/?p=124"},"modified":"2021-06-16T14:10:17","modified_gmt":"2021-06-16T14:10:17","slug":"como-sao-denominados-os-tipos-de-amendoim","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoamendoim.com.br\/website\/2021\/06\/16\/como-sao-denominados-os-tipos-de-amendoim\/","title":{"rendered":"Como s\u00e3o denominados os tipos de amendoim"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Classifica\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>O amendoim, g\u00eanero&nbsp;<em>Arachis<\/em>, \u00e9 nativo da Am\u00e9rica do Sul, e pertence \u00e0 fam\u00edlia&nbsp;<em>Fabaceae<\/em>&nbsp;(<em>Leguminosae<\/em>), tribo&nbsp;<em>Aeschynomeneae<\/em>, subtribo&nbsp;<em>Stylosanthinae<\/em>. Compreende mais de 80 esp\u00e9cies j\u00e1 identificadas e descritas. Algumas dessas esp\u00e9cies (como&nbsp;<em>Arachis villosulicarpa<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>A. stenosperma<\/em>) t\u00eam sido cultivadas por povos nativos, para uso das sementes como alimento. Outras (como&nbsp;<em>Arachis pintoi<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>A. grabrata<\/em>) s\u00e3o cultivadas para uso forrageiro. Entretanto, a esp\u00e9cie&nbsp;<em>Arachis hypogaea<\/em>&nbsp;\u00e9 a \u00fanica domesticada pelo homem ao longo do tempo, constituindo a base para o melhoramento gen\u00e9tico e desenvolvimento de cultivares.<\/p>\n\n\n\n<p>A taxonomia da esp\u00e9cie&nbsp;<em>A. hypogaea<\/em>&nbsp;\u00e9 apresentada na Tabela abaixo.<\/p>\n\n\n\n<p>(Fonte: Krapovickas, A.; Gregory, W. C. Taxonomy of the genus Arachis (Leguminosae). Bonplandia 8:1\u2013186, 1994).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tabela&nbsp; &#8211;&nbsp; Chave taxon\u00f4mica do amendoim domesticado (<em>Arachis hypogaea<\/em>)<\/strong><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Subesp\u00e9cie<\/strong><\/td><td><strong>Variedade<\/strong><\/td><td><strong>Caracteres principais<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>bot\u00e2nica<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>hypogaea<\/strong><\/td><td><strong>hypogaea<\/strong><\/td><td>Haste principal sem flores;&nbsp; ramos n+1&nbsp; em geral procumbentes<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>com altern\u00e2ncia de gemas reprodutivas e vegetativas, de onde saem<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;ramos n+2 (ramifica\u00e7\u00e3o alternada); fol\u00edolos relativamente pequenos,<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;com a superf\u00edcie glabra e alguns pelos sobre a nervura central;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>frutos comumente com duas sementes; a cor do tegumento pode ser<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>clara, vermelha ou variegada.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>hirsuta<\/strong><\/td><td>Haste principal sem flores; ramifica\u00e7\u00e3o alternada; ramos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>podem ser eretos ou decumbentes; folhas de tamanho m\u00e9dio; foliolos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>com pelos longos (1-2 mm) na face inferior e dispersos por toda a<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>superf\u00edcie; frutos com at\u00e9 3 sementes, de superf\u00edcie fortemente<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>reticulada<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>fastigiata<\/strong><\/td><td><strong>fastigiata<\/strong><\/td><td>Haste principal com flores; ramos n+1 com sequencias<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>de gemas reprodutivas (ramifica\u00e7\u00e3o sequencial); ramos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>n+1 esparssos e delgados; fol\u00edolos glabros ou com pelos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>somente na nervura central; frutos relativamente longos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;com mais de duas sementes; frutos com reticula\u00e7\u00e3o suave ou<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>pouco marcada, com dorso sem sali\u00eancias pronunciadas; sementes<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>relativamente pequenas com tegumento vermelho ou claro.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>peruviana<\/strong><\/td><td>Haste principal com flores; ramifica\u00e7\u00e3o sequencial; haste<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>principal e ramos prim\u00e1rios longos e robustos; folhas grandes;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>foliolos glabros ou com pelos somente na nervura central; frutos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>relativamente longos com mais de duas sementes; frutos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>com acentuada reticula\u00e7\u00e3o e com sali\u00eancias dorsais<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>pronunciadas; cor mais frequente do tegumento da semente:<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>viol\u00e1cea a negra.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>aequatoriana<\/strong><\/td><td>Haste principal com flores; ramifica\u00e7\u00e3o sequencial; ramos longos;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>ramos laterais decumbentes; folhas grandes; foliolos com pelos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;longos (1 a 2 mm) na face&nbsp; ventral e distribuidos por toda a<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>superf\u00edcie; frutos longos com mais de duas sementes; frutos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>com acentuada reticula\u00e7\u00e3o e com sali\u00eancias dorsais<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>pronunciadas; cor mais frequente do tegumento da semente:<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>viol\u00e1cea.<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td><strong>vulgaris<\/strong><\/td><td>Haste principal com flores; ramifica\u00e7\u00e3o sequencial; fol\u00edolos<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>glabros e de tamanho m\u00e9dio; frutifica\u00e7\u00e3o concentrada na base<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>da planta; infloresc\u00eancias com&nbsp; m\u00faltiplas flores (e frutos)<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;frutos pequenos, medianamente reticulados, comumente com<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>duas sementes; cor mais frequente do tegumento da semente:<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>clara.<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><strong>Nomenclatura agron\u00f4mica e comercial<\/strong><\/h3>\n\n\n\n<p>Todas essas variedades bot\u00e2nicas t\u00eam sido cultivadas pelos povos nativos da Am\u00e9rica do Sul de acordo com a sua distribui\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica e dispers\u00e3o ao longo do continente. Entretanto, as variedades bot\u00e2nicas&nbsp;&nbsp;<em>hypogea<\/em>,&nbsp;<em>fastigiata<\/em>&nbsp;e&nbsp;<em>vulgaris<\/em>&nbsp;foram as mais disseminadas ao longo do tempo, tanto em seu continente de origem como em outras regi\u00f5es do mundo, para cultivo, explora\u00e7\u00e3o comercial e melhoramento gen\u00e9tico.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas variedades possuem genoma alotetraploide (2n = 40) e podem ser cruzadas facilmente entre si por hibrida\u00e7\u00e3o manual. Os primeiros trabalhos de hibrida\u00e7\u00e3o entre variedades de amendoim datam do in\u00edcio do s\u00e9culo XX . Com a evolu\u00e7\u00e3o do melhoramento, a caracteriza\u00e7\u00e3o e classifica\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica passaram a ser apenas uma refer\u00eancia cient\u00edfica, considerando que a maioria dos cultivares de maior express\u00e3o comercial descende de cruzamentos entre subesp\u00e9cies de&nbsp;<em>A. hypogaea<\/em>&nbsp;e, em alguns casos, de cruzamentos interespec\u00edficos e, portanto, misturam os caracteres descritos na chave taxon\u00f4mica.<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto \u00e9 comum, ainda hoje, desdobrar a diversidade morfol\u00f3gica entre cultivares de amendoim de acordo com alguns caracteres vegetativos e reprodutivos. Essa diversidade \u00e9 descrita atrav\u00e9s de nomenclatura vulgar usada no meio agron\u00f4mico e em rela\u00e7\u00f5es comerciais, e tendo como refer\u00eancia a descri\u00e7\u00e3o taxon\u00f4mica vista anteriormente. Dessa maneira, os cultivares podem ser classificados segundo os seguintes tipos:<\/p>\n\n\n\n<p>Virginia: corresponde a plantas representantes da subesp\u00e9cie&nbsp;<em>hypogaea<\/em>, variedade&nbsp;<em>hypogaea<\/em>; agronomicamente, as plantas caracterizam-se pelo h\u00e1bito de crescimento rasteiro (Virginia runner) ou arbustivo (Virginia bunch), este \u00faltimo com os ramos prim\u00e1rios inclinados para cima conferindo \u00e0 planta um perfil mais ou menos \u201cesf\u00e9rico\u201d; a arquitetura da planta \u00e9 constitu\u00edda por uma haste principal curta (para os rasteiros) ou pouco proeminente em rela\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos ramos prim\u00e1rios (para os arbustivos),&nbsp; sem flores em ambos os casos, e por ramifica\u00e7\u00e3o alternada (ramos prim\u00e1rios contendo gemas reprodutivas alternadas com gemas vegetativas, de onde saem ramos secund\u00e1rios), formando uma ramifica\u00e7\u00e3o relativamente profusa ou densa; cultivares do tipo Virginia possuem ciclo longo (de 130 a 150-160 dias, do plantio \u00e0 colheita, nas condi\u00e7\u00f5es do Sudeste brasileiro); em geral, produzem vagens preponderantemente com dois gr\u00e3os de tamanho m\u00e9dio (conhecidos comercialmente como gr\u00e3os tipo \u201crunner\u201d), ou grande de formato oblongo (conhecidos como gr\u00e3os tipo \u201cVirginia\u201d) ou muito grande, de formato mais ou menos esf\u00e9rico ou achatado (conhecidos como gr\u00e3os tipo \u201cJumbo\u201d, ou \u201cCavalo\u201d); os gr\u00e3os podem apresentar pel\u00edcula de cor acastanhada ou rosada (as mais comuns) ou vermelha ou variegada (tegumentos com duas cores).<\/p>\n\n\n\n<p>Val\u00eancia: corresponde a plantas representantes da subesp\u00e9cie&nbsp;<em>fastigiata,<\/em>&nbsp;variedade&nbsp;<em>fastigiata<\/em>; agronomicamente as plantas caracterizam-se pelo h\u00e1bito de crescimento ereto, e a sua arquitetura \u00e9 constitu\u00edda por uma haste principal longa, ereta e proeminente, e por ramifica\u00e7\u00e3o sequencial (ramos prim\u00e1rios contendo sequencias&nbsp; de muitas gemas reprodutivas) e muito poucos ramos secund\u00e1rios, formando uma ramifica\u00e7\u00e3o esparssa ou rala; cultivares do tipo Val\u00eancia possuem ciclo curto (90 a 110 dias, no Sudeste brasileiro); em geral produzem vagens mais ou menos alongadas com predomin\u00e2ncia de 3 a 4 gr\u00e3os (pequena propor\u00e7\u00e3o com dois gr\u00e3os, e raramente com cinco); os gr\u00e3os s\u00e3o de tamanho pequeno, de formato ligeiramente arredondado ou achatado; os gr\u00e3os podem ter pel\u00edcula de cor vermelha (mais comum) ou acastanhada, ou (mais raramente) de cor \u201cvinho\u201d escuro, quase preto.<\/p>\n\n\n\n<p>Spanish: corresponde a plantas representantes da subesp\u00e9cie vulgaris; agronomicamente as plantas caracterizam-se pelo h\u00e1bito de crescimento ereto, e a sua arquitetura \u00e9 constitu\u00edda de uma haste principal ereta, pouco proeminente em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 altura dos ramos, e padr\u00e3o de ramifica\u00e7\u00e3o sequencial; apresentam poucos ramos&nbsp; secund\u00e1rios, mas o n\u00famero de ramos prim\u00e1rios tende a ser um pouco maior do que nas plantas do tipo Val\u00eancia; embora todas as variedades produzam vagens a partir de infloresc\u00eancias com v\u00e1rias gemas reprodutivas, uma caracter\u00edstica importante dos tipos Spanish \u00e9 a tend\u00eancia para possuir infloresc\u00eancias com m\u00faltiplas flores (e vagens), o que as torna potencialmente mais prol\u00edficas do que as do tipo Val\u00eancia; tamb\u00e9m apresentam ciclo curto, ligeiramente maior do que as plantas Val\u00eancia (100 a 120 dias, no Sudeste brasileiro); produzem vagens curtas com predomin\u00e2ncia de dois gr\u00e3os, de formato ligeiramente arredondado; os gr\u00e3os t\u00eam pel\u00edcula de cor acastanhada (mais comum) ou vermelha.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><strong>COMO CITAR ESTE ARTIGO:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Godoy, I.J. Como s\u00e3o denominados os tipos de amendoim. Dispon\u00edvel em: <a href=\"http:\/\/infoamendoim.com.br\/site\/sobre-o-amendoim\/\">www.infoamendoim.com.br\/saibasobreoamendoim<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Classifica\u00e7\u00e3o bot\u00e2nica O amendoim, g\u00eanero&nbsp;Arachis, \u00e9 nativo da Am\u00e9rica do Sul, e pertence \u00e0 fam\u00edlia&nbsp;Fabaceae&nbsp;(Leguminosae), tribo&nbsp;Aeschynomeneae, subtribo&nbsp;Stylosanthinae. Compreende mais de 80 esp\u00e9cies j\u00e1 identificadas e descritas. Algumas dessas esp\u00e9cies (como&nbsp;Arachis villosulicarpa&nbsp;e&nbsp;A. stenosperma) t\u00eam sido cultivadas por povos nativos, para uso das sementes como alimento. Outras (como&nbsp;Arachis pintoi&nbsp;e&nbsp;A. grabrata) s\u00e3o cultivadas para uso forrageiro. 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