{"id":134,"date":"2021-06-16T14:43:38","date_gmt":"2021-06-16T14:43:38","guid":{"rendered":"https:\/\/infoamendoim.com.br\/website\/?p=134"},"modified":"2021-06-16T14:50:13","modified_gmt":"2021-06-16T14:50:13","slug":"iac-sempre-verde-cultivar-de-amendoim-para-mercado-de-organicos-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/infoamendoim.com.br\/website\/2021\/06\/16\/iac-sempre-verde-cultivar-de-amendoim-para-mercado-de-organicos-2\/","title":{"rendered":"FLUTUA\u00c7\u00c3O POPULACIONAL DO PERCEVEJO-PRETO, CYRTOMENUS MIRABILIS (PERTY, 1836) (HEMIPTERA: CYDNIDAE) EM AMENDOIM ATRAV\u00c9S DE ARMADILHAS DE QUEDA."},"content":{"rendered":"\n<p>\u00cdtalo Antonieto de Lima<sup>1<\/sup>; Maycon Ferraz<sup>1<\/sup>; Rog\u00e9rio Soares de Freitas<sup>2<\/sup>; Denizart Bolonhezi<sup>3<\/sup>; Ign\u00e1cio Jos\u00e9 Godoy<sup>4<\/sup>; Marcos Doniseti Michelotto<sup>5<\/sup><\/p>\n\n\n\n<p><sup>1<\/sup>Graduando em Agronomia, Unirp, S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, SP, Bolsista IC Fundag\/Apta, italoantonieto@hotmail.com, maycon.ferraz96@hotmail.com;&nbsp;<sup>2<\/sup>PqC. Centro de Seringueira, IAC, Votuporanga, SP, freitas@iac.sp.gov.br;&nbsp;<sup>3<\/sup>Bolsista Produtividade CNPq, PqC. Centro de Cana, IAC, Ribeir\u00e3o Preto, SP, denizart@apta.sp.gov.br,&nbsp;<sup>4<\/sup>PqC. IAC, Campinas, SP, ijgodoy@iac.com.br;&nbsp;<sup>5<\/sup>Bolsista Produtividade CNPq, PqC. Polo Centro Norte, Apta, Pindorama, SP, michelotto@apta.sp.gov.br<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RESUMO:&nbsp;<\/strong>O presente trabalho teve como objetivo monitorar a flutua\u00e7\u00e3o populacional do percevejo-preto,&nbsp;<em>Cyrtomenus mirabilis<\/em>&nbsp;(Perty) em \u00e1reas de amendoim atrav\u00e9s de armadilhas de queda. Foram instaladas 10 armadilhas de queda em tr\u00eas locais, Pindorama, Ribeir\u00e3o Preto e Pindorama, SP avaliadas antes e ap\u00f3s a semeadura do amendoim. Os insetos capturados foram contabilizados a cada dez dias. Foram capturados tanto ninfas de \u00faltimos est\u00e1dios quanto adultos do percevejo-preto. Os resultados permitem concluir que as armadilhas de queda s\u00e3o eficientes para coleta tanto de ninfas de \u00faltimos est\u00e1dios, quanto de adultos de&nbsp;<em>C. mirabilis<\/em>; H\u00e1 maiores picos de coleta antes da semeadura do amendoim e; A partir dos 60-70 dias ap\u00f3s a semeadura do amendoim as armadilhas de queda n\u00e3o capturam mais ninfas ou adultos do percevejo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Palavras\u2013Chave:<\/strong>&nbsp;<em>Arachis hypogaea<\/em>; praga-de-solo, monitoramento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os percevejos-cavadores, como s\u00e3o conhecidos, s\u00e3o fit\u00f3fagos e a maioria das esp\u00e9cies provavelmente pol\u00edfagas (Froeschner 1960, Lis et al. 2000). O grupo tem sido considerado de pouca import\u00e2ncia econ\u00f4mica (Lis et al. 2000), no entanto os danos \u00e0s culturas na regi\u00e3o Neotropical t\u00eam crescido nos \u00faltimos 15 anos (Oliveira et al. 2000).<\/p>\n\n\n\n<p>As esp\u00e9cies de import\u00e2ncia econ\u00f4mica na regi\u00e3o Neotropical s\u00e3o inclu\u00eddas em&nbsp;<em>Cyrtomenus&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Pangaeus&nbsp;<\/em>St\u00e5l, na qual ninfas e adultos alimentam-se de ra\u00edzes, tub\u00e9rculos (Riis et al. 2005) e frutos de solo (Riis et al. 2005; Chapin et al. 2004, 2006) reduzindo a produtividade e facilitando infec\u00e7\u00f5es pelos pat\u00f3genos de solo, por exemplo, os fungos&nbsp;<em>Fusarium, Aspergillus&nbsp;<\/em>e&nbsp;<em>Pythium&nbsp;<\/em>(Riis et al. 2005), al\u00e9m do desenvolvimento de aflatoxinas (Chapin et al. 2004).<\/p>\n\n\n\n<p>O percevejo-preto,&nbsp;<em>Cyrtomenus mirabilis&nbsp;<\/em>(Perty, 1830) possui distribui\u00e7\u00e3o em praticamente toda a Am\u00e9rica continental, desde os Estados Unidos at\u00e9 o Uruguai e Argentina.&nbsp;<em>C. mirabilis<\/em>&nbsp;\u00e9 considerada uma esp\u00e9cie importante nas culturas de amendoim no Peru, Paraguai, Argentina e Brasil (Froeschner 1960, Zucchiet al. 1993, Gallo et al. 2002).<\/p>\n\n\n\n<p>Em amendoim, seus danos est\u00e3o relacionados ao ataque em vagens na fase de desenvolvimento dos gr\u00e3os, na qual ninfas e adultos inserem o estilete de seu aparelho bucal, atingindo os gr\u00e3os em desenvolvimento. Ao se alimentarem dos gr\u00e3os, os mesmos tornam-se manchados impr\u00f3prios para comercializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Como \u00e9 um inseto que passa grande parte de sua vida no solo, h\u00e1 grande dificuldade de se constatar sua presen\u00e7a na \u00e1rea. Muitas vezes sua constata\u00e7\u00e3o se d\u00e1 somente quando o amendoim colhido \u00e9 beneficiado e assim medidas de controle j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais poss\u00edveis. Uma forma de detectar sua presen\u00e7a \u00e9 atrav\u00e9s de armadilhas de queda. Chapin e Thomas (2003) utilizou armadilhas de queda para monitorar a presen\u00e7a de adultos e ninfas de quarto e quinto est\u00e1dios de&nbsp;<em>Pangeaus bilineatus&nbsp;<\/em>(Say) em amendoim.<\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi a avaliar a flutua\u00e7\u00e3o populacional do percevejo-preto atrav\u00e9s de armadilhas de queda em pr\u00e9 e p\u00f3s-semeadura do amendoim em tr\u00eas localidades do Estado de S\u00e3o Paulo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MATERIAIS E M\u00c9TODOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Foram instaladas 10 armadilhas de queda em cada uma das tr\u00eas localidades do Estado de S\u00e3o Paulo, Pindorama (Polo Centro Norte\/Apta), Ribeir\u00e3o Preto (Centro de Cana\/IAC) e Votuporanga (Centro de Seringueira\/IAC). Estes locais foram escolhidos por terem apresentado hist\u00f3rico de ocorr\u00eancia de gr\u00e3os com danos do percevejo na safra 2016\/17.<\/p>\n\n\n\n<p>As armadilhas foram instaladas no dia 05, 15 e 25 de setembro de 2017 em Pindorama, Ribeir\u00e3o Preto e Votuporanga, respectivamente. &nbsp;As datas de semeadura foram 30 de outubro, 01 de novembro e 01 de dezembro de 2017 em Pindorama, Ribeir\u00e3o Preto e Votuporanga, respectivamente. Na semana de semeadura as armadilhas foram retiradas e ap\u00f3s a semeadura recolocadas permanecendo nos locais at\u00e9 a colheita do amendoim na \u00e1rea. As cultivares de amendoim semeadas na \u00e1rea foram IAC OL3 e IAC 503 na densidade de 20 sementes por metro nos tr\u00eas locais.<\/p>\n\n\n\n<p>Estas armadilhas de queda consistem de copos pl\u00e1sticos de 500 ml enterrados no solo de forma que estes fiquem ao n\u00edvel do solo, conforme Figura 1. Para aumentar a superf\u00edcie de coleta, foi instalada lateralmente \u00e0 abertura do copo uma chapa de ferro de 50 cm de comprimento e 10 cm de altura. Al\u00e9m disso, para evitar que os copos ficassem cheios com \u00e1guas de chuva, as mesmas foram cobertas com estrutura de metal.<\/p>\n\n\n\n<p>As mesmas foram inspecionadas semanalmente para a contagem de ninfas e adultos dos percevejos. Posteriormente foram elaborados os gr\u00e1ficos de ocorr\u00eancia dos mesmos ao longo do per\u00edodo que antecede a semeadura e posterior \u00e1 semeadura do amendoim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>RESULTADOS E DISCUSS\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nas armadilhas instaladas em Pindorama, coletou-se tanto adultos quanto ninfas atingindo um pico no dia 15 de setembro de 2017 com 12,4 adultos\/armadilha em 10 dias (Figura 1). Na mesma data ocorreu o pico de coleta de ninfas com 3,6 ninfas\/armadilha. Posteriormente houve uma queda at\u00e9 a data de semeadura. Importante ressaltar que as ninfas coletadas nas armadilhas de queda s\u00e3o aquelas nos \u00faltimos est\u00e1dios ninfais pr\u00f3ximas a se tornarem adultas. Posteriormente \u00e0 semeadura, houve um novo pico de adultos aos 16 DAS (15 de novembro) com 2,8 percevejos\/armadilha e posterior queda coletando-se sempre abaixo de 1 adulto\/armadilha at\u00e9 os 67 DAS (05 de janeiro de 2018). \u00c0 partir desta data n\u00e3o houve mais captura de adultos ou ninfas nas armadilhas em Pindorama.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Votuporanga logo ap\u00f3s a instala\u00e7\u00e3o das armadilhas houve um pico de captura tanto de adultos no dia 25 de setembro de 2017 (10,8 adultos\/armadilha) e de ninfas no dia 15 de setembro de 2017 (3,6 ninfas\/armadilha), conforme Figura 2. Posteriormente houve queda no n\u00famero de ninfas e adultos at\u00e9 o momento da semeadura quando houve interrup\u00e7\u00e3o da coleta. Ap\u00f3s a semeadura no dia 01 de dezembro de 2017, houve pequenas capturas tanto de adulto quanto de ninfas chegando a 0,8 adultos\/armadilha no dia 25 de dezembro de 2017 (24 DAS). As armadilhas de queda capturaram percevejos at\u00e9 o dia 05 de fevereiro de 2018, ou seja, at\u00e9 os 66 DAS. \u00c0 partir desta data n\u00e3o houve mais captura de percevejos pelas armadilhas em Votuporanga.<\/p>\n\n\n\n<p>Em Ribeir\u00e3o Preto, as armadilhas de queda n\u00e3o capturaram muitos percevejos antes da semeadura a exemplo do que ocorreu em Pindorama e Votuporanga. O pico de captura de adultos se deu entre 05 e 15 de dezembro de 2017 com 1,3 e 1,4 adultos\/armadilha, respectivamente. J\u00e1 as ninfas foram capturadas em n\u00famero muito baixo se comparado aos outros locais avaliados. Mas observou o mesmo comportamento observado nos outros locais em que as armadilhas capturam percevejos at\u00e9 os 60 DAS (Figura 3). Ao observar a captura do percevejo-preto nas armadilhas de queda nas tr\u00eas localidades, fica evidente que tanto ninfas quanto adultos caminham na superf\u00edcie do solo provavelmente \u00e0 procura de alimento e acabam caindo nas armadilhas. Na contagem antes da semeadura obteve-se cerca de 35,5 adultos\/armadilha em Pindorama\/SP; 29,1 percevejos\/armadilha em Votuporanga\/SP, e 1,6 percevejos\/armadilha em Ribeir\u00e3o Preto\/SP.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o preparo do solo e a semeadura ocorreu uma diminui\u00e7\u00e3o na captura at\u00e9 aos 60-70 DAS quando as plantas de amendoim come\u00e7am a ter as primeiras vagens com gr\u00e3os n\u00e3o sendo necess\u00e1rio o inseto sair do solo \u00e0 procura de alimento.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/infoamendoim.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/table-1-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-76085\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>CONCLUS\u00c3O<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As armadilhas de queda s\u00e3o eficientes para coleta tanto de ninfas de \u00faltimos est\u00e1dios, quanto de adultos de&nbsp;<em>C. mirabilis<\/em>;<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 maiores picos de coleta antes da semeadura do amendoim;<\/p>\n\n\n\n<p>A partir dos 60-70 dias ap\u00f3s a semeadura do amendoim as armadilhas de queda n\u00e3o capturam mais ninfas ou adultos do percevejo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/infoamendoim.com.br\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/table-1-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-76086\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>REFERENCIAS BIBLIOGR\u00c1FICAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>CHAPIN, J.W.; DORNER J.W.; THOMAS, J.S. Association of a burrower bug (Heteroptera: Cydnidae) with aflatoxin contamination of peanut kernels.&nbsp;<em>Journal of Entomological Science<\/em>, v.39, p.71-83, 2004.<\/p>\n\n\n\n<p>CHAPIN, J.W.; SANDERS, T.H.; DEAN, L.O.&nbsp;<em>et al.<\/em>&nbsp;Effect of feeding by a burrower bug,&nbsp;<em>Pangaeus bilineatus&nbsp;<\/em>(Say) (Heteroptera: Cydnidae), on peanut flavor and oil quality.&nbsp;<em>Journal of Entomological Science<\/em>&nbsp;, v.41, p.33-39, 2006.<\/p>\n\n\n\n<p>FROESCHNER, R.C. Cydnidae of the Western Hemisphere.&nbsp;<em>Proceedings of the United States National Museum<\/em>,v.111, p.337-680, 1960.<\/p>\n\n\n\n<p>GALLO, D.; NAKANO, O.; SILVEIRA NETO, S.; CARVALHO, R.P.L.; BAPTISTA, G.C.; BERTI FILHO, E.; PARRA, J.R.P.; ZUCCHI, R.A.; ALVES, S.B.; VENDRAMIM, J.D.; MARCHINI, L.C., LOPES, J.R.S.; OMOTO, C.&nbsp;<em>Entomologia Agr\u00edcola<\/em>. Fealq, Piracicaba, SP, Brasil. 2002.<\/p>\n\n\n\n<p>LIS, J.A.; BECKER, M.; SCHAEFER, C.W. Burrower bugs (Cydnidae). In: SCHAEFER, C.W., PANIZZI, A.R. (Eds)&nbsp;<em>Heteroptera of economic importance<\/em>, CRC Press, London, New York, Washington, p 405-419, 2000.<\/p>\n\n\n\n<p>OLIVEIRA, L.J.; MALAGUIDO, A.B.; NUNES JR, J.; CORSO, I.C.; DEANGELIS, S.; FARIAS, L.C.; HOFFMANN-CAMPO, C.B.; LANTMANN, A.&nbsp;<em>Percevejos castanhos da raiz em sistemas de produ\u00e7\u00e3o de soja<\/em>. Embrapa-Soja, Londrina, PR, Brasil. 2000.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00cdtalo Antonieto de Lima1; Maycon Ferraz1; Rog\u00e9rio Soares de Freitas2; Denizart Bolonhezi3; Ign\u00e1cio Jos\u00e9 Godoy4; Marcos Doniseti Michelotto5 1Graduando em Agronomia, Unirp, S\u00e3o Jos\u00e9 do Rio Preto, SP, Bolsista IC Fundag\/Apta, italoantonieto@hotmail.com, maycon.ferraz96@hotmail.com;&nbsp;2PqC. Centro de Seringueira, IAC, Votuporanga, SP, freitas@iac.sp.gov.br;&nbsp;3Bolsista Produtividade CNPq, PqC. Centro de Cana, IAC, Ribeir\u00e3o Preto, SP, denizart@apta.sp.gov.br,&nbsp;4PqC. 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